Por – Guilherme Maggio

 

Qual minha meta? Ser santo ou ir para o céu?

A paz queridos leitores deste face!

Esta semana me deparei com esta pergunta feita pelo pároco Bruno Muta Vivas, em uma celebração eucarística realizada na segunda feira. Em sua homilia, ele questionava se somos cristãos que desejam apenas ir para o céu ou se queremos seu santos de fato? Ser santo, me garante o céu, mas ir para o céu não me garante a santidade! Isso é óbvio, mas como tudo que é óbvio, não se leva em conta, não levamos essa sentença a sério. Nem pensamos nela. Pois é!

Quando queremos ir para o céu, nós automaticamente pensamos em atitudes que nos purifiquem, nos tornem de alguma forma merecedores deste prêmio. Porém, nos esquecemos que o céu não é alcançado por merecimento, e sim por graça e misericórdia. Ser santo por sua vez é muito difícil, e por mais que pensemos e almejemos esta máxima, jamais faremos conscientemente por onde, para merecer tal dádiva. Por conclusão, ser santo e ir para o céu, dependem de graça e misericórdia de Deus. Entretanto, graça e misericórdia, só são acessadas quando nos lançamos de encontro ao amor de Deus. Não falo de esforço que busca reconhecimento, falo de esforço gratuito de retribuição de amor. Complexo né? Simples eu diria! Amar, amar e amar! Queridos não merecemos o céu e nem a santidade, alias não merecemos o amor do Amor. O que nos resta? Amar!

A desgraça de jamais conseguirmos alcançar a graça, é o que faz a graça ser Graça e ser dada de graça.

A graça da Graça é amar. Ele nos ama! Porque não entendemos que o amor, é o que nos leva para a graça? Nenhum esforço é muito, quando o objetivo final é amar, ainda mais quando amar o Amor é a meta!

Muitos vão para o céu, e poucos são santos! Porém em ambos os casos o amor é necessário. Eu diria que quem ama vai para o céu. Quem ama demais, este se torna santo! Reza a lenda, que Madre Teresa de Calcutá, amou, amou, amou, que deixou o Papa esperando, enquanto cuidava das feridas de um mendigo, e quando interpelada, se não se incomodava de deixar o Sumo Pontífice esperando, ela prontamente respondeu: “o Papa pode esperar quando Jesus precisa de cuidados!”. Pois é!

Queridos falar de amor é lindo, e leva a muitos para o céu. Porém viver amando e perder a vida amando, é o legado dos santos. Não há estudo que ensine, ou prova que meça. O que há, é amor! Experiência! Vida! Mais do que ser estrangeiro aqui, somos santos em potenciais na pele de pecadores. Reconheça seu pecado, confesse, ame e seja santo, é possível. Se alguém duvidar de você, lembre-o, que o Cristo crê nisso! Santos ou nada! Santos já, para que vivamos o céu ainda nesta terra. (Leiam 1 Coríntios 13 – Vale uma vida e explica tudo)

O Amor me explicou tudo! (São  João Paulo II)