Na manhã da última terça-feira (11/10), em sua homilia, o Papa Francisco chamou a atenção para o que ele chamou de “Religião de Aparências,” pedindo que nos afastemos dela, pois essa não é a religião que Cristo nos deixou.

Jesus, ao perceber o espanto do fariseu porque Ele não havia cumprido os preceitos antes de jantar (Lc 11, 38), o exorta (e nos exorta), pois ele estava muito preocupado com as aparências, mas era um homem maldoso de coração. Essa maldade aprisiona o homem, e não são as aparências que irão libertá-lo.

Não à “religião da maquiagem”

O Papa prossegue falando sobre a liberdade que vem da humildade: Só assim é possível se livrar de todas as mundanidades. Pois existem pessoas que até praticam o bem, mas o fazem querendo recompensas e reconhecimento, e acabam sendo, diz Jesus, como “túmulos reluzentes, bonitos por fora, mas cheios de ossos de mortos e podridão”. É preciso fazer o bem com humildade, para que nós não tenhamos reconhecimento, mas nossos atos sejam reconhecidos como reflexo do amor de Cristo.

Nosso querido Papa Francisco termina sua homilia pedindo que supliquemos ao Senhor para que não nos rendamos a essa “religião da aparência”, e possamos fazer o bem com a mesma gratuidade que recebemos de Cristo, essa tão preciosa liberdade interior.